sexta-feira, 6 de abril de 2012

AUTO-CONHECIMENTO É TUDO NA VIDA!


Hoje estava dando uma olhada no site da Revista Cláudia e encontrei um texto interessante e vim compartilhar com vocês!
O título da reportagem é bem sugestivo: Enfrente seus medos e aumente seu poder pessoal
São 20 perguntas para você refletir e ter mais poder sobre sua vida (tive de selecionar as que achei mais importantes, pelo menos para mim!) A reportagem na íntegra você pode ler aqui.




Onde está a felicidade?
“Tem gente que está sempre correndo e não vê os instantes de plenitude da vida”, diz a monja Coen, fundadora da comunidade zen-budista em São Paulo. “Estar viva, sentir o cheiro da terra depois da chuva, ver o pôr do sol, ouvir o som dos pássaros – tudo isso traz um enorme contentamento. Quando estamos despertas, vivemos mais intensamente e percebemos beleza até mesmo na tristeza, pois sabemos que logo ela vai passar.” Lembre-se, por exemplo, de quando você era criança. Sorria com mais facilidade, certo? Talvez porque notasse a alegria nas coisas mais simples ou por não projetar sua satisfação em algo ou alguém...

Por que me sinto tão ansiosa?
A ansiedade, na visão da monja Coen, expõe dificuldade para lidar com nossos conflitos. “É muito importante perceber nossos limites, o que não significa nos limitar a eles, mas respeitar o próprio ritmo.” A expectativa de que algo bom aconteça é gostosa, mas viver em função do que está por vir pode ser devastador. Corre-se o risco de sofrer por antecipação com algo que, muitas vezes, nem vai acontecer. Não dá para controlar todos os resultados. Para Roseana, a ansiedade é necessária para nos tirar da inércia. Mas, em excesso, transforma-se em alerta para a insegurança em relação ao futuro, o medo de errar – talvez seu nível de perfeccionismo esteja elevado – ou aquela vontade de abraçar o mundo.

O que me faz sonhar?
Será mesmo que seu mundo perfeito seria ocupar a cadeira da presidência da empresa? Viver em uma ilha com o marido, dois filhos e um labrador bastaria? Um exercício bacana para investigar essa questão é pensar no gênio da lâmpada e então mentalizar três grandes desejos, quaisquer que sejam. É possível que descubra já estar vivendo seu sonho. Ou pode perceber que se distanciou muito e, portanto, é hora de sair em busca dele!

Será que fiz a escolha certa na carreira?
Existe um ciclo profissional que funciona geralmente assim: você começa um trabalho, aprende com ele, desenvolve estratégias para subir e atinge um estado de conforto. Então, passa a repetir tarefas e deixa de receber desafios – sinal de que chegou a hora de mudar. Agora, isso não necessariamente indica que fez a escolha errada. Pode ser que precise atualizar-se, adquirir novas competências ou acionar sua rede de contatos para respirar novos ares. Procure se lembrar de todas as habilidades que já desenvolveu na vida, incluindo características pessoais”, sugere o coach e consultor de carreira João Mendes de Almeida, da Vicky Bloch Associados, em São Paulo. “Você é mais aberta ou mais tímida? Gosta de comandar ou prefere mesmo trabalhar em equipe? Procura autonomia ou o principal para você é lutar por uma causa?” Essas respostas vão mostrar se a área que escolheu bate com seus desejos e talentos ou se vale a pena sondar outra carreira.

Quem disse que preciso emagrecer?
Muitas de nós confundem boa forma física com outros atributos, como sensualidade, beleza e sucesso. Por isso, vivem de dieta, imaginando que, ao perder alguns quilos, ganharão outras qualidades. Isso não é real. “A não ser em casos de obesidade, em que emagrecer é imperativo para preservar ou recuperar a saúde. Essa é uma questão de autoestima, de ser feliz somente aos olhos dos outros”, pondera a médica especialista em nutrologia Cristiane Coelho Ognibene. Perseguir um padrão de beleza é ignorar que cada corpo tem uma estrutura. “São raras as mulheres que conseguirão manter um manequim 36.”

É mesmo minha culpa?
É preciso saber se estamos falando de um sentimento real ou imaginário. Uma coisa é atropelar alguém e buscar reparar o que fez; outra é ficar se roendo porque saiu com amigos e deixou em casa uma pessoa enferma, mesmo que assistida. Você também tem direito a diversão! “Na maioria das vezes, a culpa é cultural, uma visão de mundo adquirida”, diz a monja Diane. “Por exemplo, aprendemos que, se recebemos algo de bom, estamos automaticamente em dívida. Por quê?” Quem doa tempo, dinheiro, atenção deveria fazer por altruísmo e vontade. Cabe a quem aceita ter gratidão. Então, sempre que começar a se punir, procure se perguntar se faz isso por alguma razão concreta ou por hábito. Assim como a ansiedade exagerada, o excesso de culpa também é sinal dessa vontade feminina de ser onipotente. “A crença de ser superpoderosa está intoxicando as mulheres”, afirma Roseana.

Será que eu virei uma eterna reclamona?
O chefe não reconhece seu talento, o marido poderia ajudar mais, o trânsito não colabora... Parece inevitável ficar de mal com o mundo – é o que a maioria faz. Só que, às vezes, juntar-se ao senso comum equivale a violentar sua essência. Digamos que você ame seu trabalho, mas conviva com pessoas que perderam o brilho no olhar. Sem perceber, passa a agir como elas e a reclamar de tudo em vez de tentar mudar. Ou então liga o piloto automático no amor e age como se os homens fossem todos iguais... Procure refletir: ser otimista é uma escolha, praticamente um voto que se renova a cada dia. Agora, é possível que a irritação constante tenha motivo de existir – inclusive físico. As alterações de humor frequentes podem estar ligadas a desequilíbrios hormonais; o sono que não passa nunca muitas vezes indica desmotivação. Aquela dor de cabeça, nos ombros ou então de estômago que sempre aparece no final do dia pode estar querendo dizer: “Ei, você está se sobrecarregando”. E seu corpo, o que tem falado?

Como lido com as críticas?
“Pessoas do tipo afetivo levam tudo para o lado pessoal, sofrem demais e não conseguem reagir de maneira racional. Deixam de crescer achando que o problema é sempre do outro”, explica Almeida. Por outro lado, quem vive em função de acolher todas as críticas perde autonomia e independência. O caminho do meio é fazer uma avaliação franca sobre os comentários. “Se não servem para você, descarte. Mas se incomodam, é porque existe verdade neles”, diz a monja Diane. A regra mais simples é considerar o seguinte: se uma pessoa observa algo em seu comportamento, provavelmente não é digno de preocupação. Se duas dizem, preste atenção. Três? Reavalie.